O céu que conheço é feito desenho de criança: simples e terno. Não tem nada de lei gravitacional, espaço-tempo, raio laser, meteoritos e espaçonaves. Quando muito, estrela cadente. Nunca, jamais, seres alienígenas ou guerra nas estrelas. Existe apenas no meu céu uma lua (que dependendo do humor pode engordar ou simplesmente sumir), um punhado de estrelas que faiscam feito diamantes e um azul profundo quase negro. Não assusta, encanta. E toda noite, ao deitar, penso nele, arreganho os dentes, travo os olhos, liberto a alma e sonho.